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Autoridades eleitorais em Cuba se habilitam aos pleitos

Por Maria Josefina Arce

Neste mês de agosto, as autoridades eleitorais se habilitam em todos os níveis para garantir a organização, a fluência e a transparência dos pleitos. Na 1ª fase do processo eleitoral serão escolhidos os membros das Assembleias Municipais do Poder Popular em Cuba.

A presidente da Comissão Eleitoral Nacional, Alina Balseiro, detalhou que também serão preparadas as comissões de circunscrições que vão organizar os passos eleitorais, a apuração de votos, as indicações de candidatos e outras atividades.

De resto, uma boa capacitação permite que as autoridades eleitorais cumpram a tarefa de orientar a população e facilitar-lhe seu direito ao voto.

Após o mês de habilitação, em 4 de setembro vão começar nas comunidades as assembleias de indicação de candidatos aos órgãos municipais, um dos momentos mais importantes do processo eleitoral.

Como de costume, essas reuniões devem contar com boa participação dos moradores das diferentes circunscrições, que sabem da importância de indicar o candidato mais capacitado e com maior desejo de trabalhar pelo bem da localidade.

Disciplina, organização e apego total à Lei Eleitoral devem caracterizar esta fase do processo que se estenderá até o dia 30 de setembro.

Mais tarde, serão afixadas em lugares públicos as fotos e as biografias dos candidatos indicados, para que cada pessoa avalie em quem deve votar conforme seus méritos e sua capacidade para representar melhor os direitos da cidadania.

Em Cuba, o Estado garante em igualdade de condições, a divulgação das características e a trajetória dos candidatos, seus méritos e virtudes. Não há campanhas eleitorais, porque quem indica é o povo.

Trabalha-se, também, na atualização do Cadastro Eleitoral para garantir que cada cubano com direito ao voto possa exercer, sem contratempo, este direito e dever cidadão.

Em 22 de outubro, os cidadãos com direito ao voto vão comparecer às mesas eleitorais, 24.361 em total. Oito por cento serão instaladas em casas particulares, onde serão criadas todas as condições para garantir o cumprimento estrito das normas legais que sustentam as eleições.

Se nenhum dos candidatos obtiver 50 por cento dos votos válidos haverá segundo turno no dia 29 de outubro para determinar quem vai representar essa circunscrição.

Sem receber nenhuma remuneração por esta função, os que forem eleitos terão a imensa responsabilidade de unir a comunidade e ser seu representante perante as instâncias de governo durante os dois anos e meio de seu mandato.

Com seriedade e responsabilidade, Cuba se prepara para um novo exercício de democracia participativa, em que o povo garante a continuidade de seu poder soberano, exercido diretamente através de seus representantes.

Editado por Maite González Martínez
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