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Novo reconhecimento à saúde em Cuba

Após ocupar com sucesso em 2013 a presidência pro tempore da CELAC, Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos, neste ano Cuba presidirá a Assembleia Mundial da Saúde. Este foi um novo reconhecimento dado pela ONU aos avanços da Revolução cubana nessa área e ao empenho de garantir a toda a população esse direito humano básico.

Os bons indicadores de saúde mostrados por Cuba, inclusive melhores que os de alguns países desenvolvidos, não podem ser silenciados. Governos, personalidades políticas e especialistas de outras nações têm externado sua admiração ao sistema cubano, universal e gratuito.

Ramsey Clark, ex-Procurador Geral dos EUA, afirmou recentemente que o baixo índice de mortalidade infantil em Cuba tem sido alcançado por muito poucos países, nem sequer os EUA com todas suas riquezas. Os cubanos têm muito a mostrar e podem ser tomados como modelo nessa esfera, porque contam com mais médicos percápita que a maioria das nações industrializadas, e programas nacionais de prevenção e controle de doenças que permitem garantir o bem-estar da população, sublinhou Clark.

Renomados pesquisadores norte-americanos consideram que estratégias semelhantes às aplicadas em Cuba em matéria de saúde e atenção às mulheres grávidas poderiam melhorar os índices de baixo peso ao nascer nos EUA. As doutoras Yasmin Neggers e Kristi Crowe, do Departamento de Nutrição da Universidade de Alabama, explicaram que desde meados da década de 1980 esse indicador não mudou praticamente nos EUA, enquanto as taxas de mortalidade infantil em Cuba continuam baixando todos os anos.

A designação para presidir a Assembleia da Organização Mundial da Saúde constitui, também, um reconhecimento a quanto fez o país nas ultimas décadas em ajuda a outros povos nessa área, a partir da essência humanista e de justiça social que caracteriza o processo revolucionário cubano.

Hoje, milhares de médicos e outros trabalhadores do setor em Cuba colaboram em cerca de 60 países. Notável tem sido essa ajuda generosa. Temos aí os exemplos do Haiti, Paquistão, Venezuela, Equador e Bolívia, entre outros.

Por isso, não surpreende a designação de Cuba à frente da Assembleia, que se realizará de 19 a 24 de maio, sendo a instância de decisão suprema da Organização Mundial da Saúde, fundada em 1948, e com a qual as autoridades cubanas mantêm uma forte colaboração.

(M.J. Arce, 7 de fevereiro)

Editado por Juan Leandro
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