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Cuba e a solidariedade

Após a passagem do furacão Irma pelo Caribe - que incluiu a costa norte do arquipélago cubano – neste país reina a solidariedade que permite confiar totalmente na restauração dos danos provocados pelo evento da natureza, graças ao esforço comum e ao apego aos princípios da Revolução.

Em primeiro lugar, existe ativa solidariedade interna. Inclusive nos lugares onde os efeitos foram menores, ou não houve nenhum, os trabalhadores se prontificam a se deslocar aonde precisam deles para devolver à população os serviços fundamentais, como eletricidade e água.

Da província de Pinar del Rio começaram a chegar especialistas a Havana e a outros lugares para contribuir a erguer e consertar os cabos da rede elétrica que os ventos de Irma derrubaram.

De Guantánamo também partiram trabalhadores a Camaguey, uma das províncias mais castigadas pelo evento da natureza. Funcionários da empresa Rádio Cuba viajará lá para levantar uma torre de transmissão e devolver o sinal às radiodifusoras.

São exemplos de que aqui ninguém está sozinho e a sociedade trabalha convencida de que uma mão ajuda a outra, e as duas erguem o país depois do pior desastre ocorrido nas últimas décadas.

Cuba também está recebendo ajuda solidária de povos irmãos e nações amigas, que desde o primeiro instante manifestaram disposição de fazer tudo que estiver a seu alcance para consertar os danos, como expressou o presidente da Rússia Vladimir Putin.

Da Venezuela chegou a primeira carga com alimentos e outros insumos imprescindíveis. Anunciaram disposição de contribuir com as tarefas de reconstrução em Cuba países como Bolívia, Vietnã, El Salvador, República Dominicana, China e outros.

Organismos da ONU estão em comunicação com as autoridades cubanas para determinar os mecanismos oportunos de cooperação, bem como organizações amigas em numerosos países exortaram a ajudar a restaurar os danos provocados pelo evento da natureza no arquipélago.

Cuba, por sua vez, decidiu mandar médicos para ajudar outras pequenas nações do Caribe que também foram castigadas por Irma. Antes da passagem do furacão, havia médicos em missões de saúde atendendo à população em vários desses países.

Antígua e Barbuda, São Cristóvão e Névis, Santa Lúcia, Bahamas, Dominica e Haiti estão recebendo os serviços médicos cubanos, que agora se concentram nas regiões mais afetadas.

A solidariedade, portanto, é um caminho de várias vias e para a Revolução Cubana é um princípio inabalável , como demonstrou em numerosas ocasiões quando dividiu o que tem, e não o que sobra, com qualquer nação do mundo.(Guillermo Alvarado)

 

 

Editado por Lorena Viñas Rodríguez
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