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Ingerência aberta dos EUA na Venezuela

A postura do governo e legisladores dos EUA contra a Venezuela pode ser qualificada, com certeza, como uma ingerência aberta nos assuntos internos desse país que, nas últimas semanas, tem sido alvo de ações de grupos de extrema-direita que tencionam gerar a desestabilização e o caos.

O propósito desses elementos é subverter a ordem constitucional e frear o processo democrático que tem garantido à população venezuelana os direitos humanos básicos.

As constantes declarações do secretário norte-americano de Estado, John Kerry, sobre a situação na Venezuela evidenciam que Washington não perdoa a vitória da Revolução Bolivariana, que junto à cubana constituem exemplos de soberania e dignidade para o resto da América Latina e o Caribe.

Recentemente, nas duas câmaras do Congresso dos EUA foram apresentadas propostas de sanções econômicas ao governo venezuelano, e oferecendo uma ajuda de 15 milhões de dólares para os que promovem a violência nesse país.

As autoridades norte-americanas dizem que essas organizações defendem a democracia e os direitos humanos, e injetam dinheiro, também, em meios de imprensa e organizações não governamentais engajadas na intentona golpista.

O que interessa ao governo dos EUA e a esses legisladores é continuar fomentando o caos e a desordem social na Venezuela para derrubar o presidente Nicolás Maduro, eleito democraticamente no ano passado após o falecimento do líder Hugo Chávez.

Os que estão por trás dessas manobras são os mesmos que amparam os grupos de extrema-direita anticubanos radicados na Flórida, autores de ações terroristas e agressões nos últimos 50 anos. Legisladores como Marcos Rubio, Bob Menéndez e Ileana Ros-Lethinen promovem o bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto a Cuba desde o começo da década de 1960, e estão ligados a terroristas confessos, como Luis Posada Carriles.

Cabe recordar que Carriles foi um dos autores da sabotagem a um avião comercial cubano que explodiu no ar em outubro de 1976 logo depois de ter decolado de Barbados. Na ação morreram os 73 passageiros e tripulantes da aeronave civil.

Desses personagens só se podem esperar trapaças e mentiras em favor de seus interesses e do império do Norte, e não dos da imensa maioria da população venezuelana que começou a ter uma vida digna graças ao projeto social da Revolução impulsionada por Hugo Chávez, que facilitou o acesso a direitos humanos elementares como a educação e saúde.
(M.J. Arce, 19 de março)
Editado por Juan Leandro
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