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Médicos cubanos contribuem à saúde de outros povos

Oct 14, -- Os médicos cubanos contribuem dia a dia a melhorar a saúde de outros povos, a partir de sua formação solidária e humanista. Hoje, estão presentes em mais de 60 países, e seu trabalho tem sido reconhecido por governos e instituições prestigiosas, como a Organização Mundial da Saúde, e pelos habitantes das comunidades carentes onde geralmente realizam sua tarefa de salvar vidas humanas.

Destaque para os programas de saúde levados adiante na Venezuela há mais de 10 anos, instaurados durante a presidência de Hugo Chávez. Lá estão mais de 20.000 médicos e técnicos cubanos desse setor. Também, no Haiti, onde tiveram um papel importante depois do terremoto que assolou esse país e na luta contra surtos de cólera e outras enfermidades.

Recentemente, o chanceler da Guatemala, Fernando Carrera, sublinhou que pelo menos 50% da redução da mortalidade infantil nesse país foi possível graças ao trabalho das brigadas médicas cubanas, que atuam nas localidades mais afastadas e inóspitas, carentes desse serviço.

Nas últimas semanas, especialistas de Cuba chegaram ao Brasil para contribuir à melhoria do sistema de saúde pública, que constitui uma das exigências da população. Eles se inserem no programa Mais Médicos, instaurado pela presidente Dilma Rousseff, do qual participam profissionais locais e de outras nações.

Um acordo assinado pelo governo brasileiro com a OPS, Organização Pan-americana da Saúde, prevê a chegada de cerca de 4.000 médicos cubanos a essa nação. O grupo é integrado por especialistas em medicina geral integral, e 80% deles têm cerca de 20 anos de experiência no trabalho com a comunidade. Antes de serem enviados às localidades onde exercerão seu trabalho, passam cursos de idioma português e sobre as características do sistema de saúde brasileiro.

Os primeiros que chegaram já foram distribuídos em cidades e povoados do Acre, Pará, Amazonas e Tocantis, entre outros estados, inclusos São Paulo e Rio Grande do Sul, para o atendimento na periferia e em comunidades carentes desse serviço.

Os médicos cubanos viajam dispostos a oferecer sua experiência e conhecimentos, e também a aprender dos sistemas vigentes noutros países. Cabe recordar que perto de Havana funciona desde 1999 a Escola Latino-americana de Medicina, onde já se formaram mais de 20.000 jovens que voltaram a suas nações de origem para prestar serviço à população.

(M.J. Arce, 14 de outubro)

Editado por Juan Leandro
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