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Cuidar a camada de ozônio: uma prioridade da ALBA

Numa ocasião, o líder histórico da Revolução cubana, Fidel Castro, afirmou: “O sistema capitalista não só nos oprime e saqueia. Os países industrializados mais ricos almejam impor ao mundo o peso principal da luta contra as mudanças climáticas”. E sublinhou: “A ALBA e os países do Terceiro Mundo estarão lutando pela sobrevivência da espécie humana”.

Fidel se referia à Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América, que tem, como uma de suas prioridades, contribuir a preservar a camada de ozônio que protege o planeta das prejudiciais radiações ultravioleta.

Essa disposição é espelhada nas múltiplas ações e medidas tomadas nos últimos anos em países como Cuba, Equador, Bolívia, Venezuela e Nicarágua, membros do bloco regional.

No caso do Equador, organismos internacionais como o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente têm ressaltado o cumprimento de seus compromissos com o chamado Protocolo de Montreal, em torno da redução e eliminação das substâncias daninhas para a camada de ozônio.

As autoridades dessa nação têm o propósito de restringir o uso do bromulo de metilo na agricultura, e para isso deixou de importá-lo há três anos. Também, diminuiu em 10% o consumo de hidrofluorcarbonetos.

Entre as políticas aplicadas pelo governo equatoriano está a reconversão de empresas para o uso de energias alternativas, maior controle alfandegário ao tráfico ilegal dessas substâncias, e a recuperação e reciclagem dos gases utilizados nos sistemas de refrigeração e ar condicionado.

Por outro lado, no ano passado a Bolívia reduziu o uso de substâncias químicas que destroem a camada de ozônio. Na Venezuela começou um processo de cadastramento de empresas do setor de refrigeração que trabalham com esse tipo de produto.

A Nicarágua também realiza uma série de ações nesse rumo. Entre elas, campanhas nas escolas e comunidades para ajudar a identificar essas substâncias químicas e compreender o prejuízo que ocasionam à saúde.

A ALBA fomenta projetos desse tipo entre as nações membros. Reconhece que no processo de desenvolvimento econômico e social sustentável é preciso garantir o bem-estar e a segurança das gerações atuais e futuras.

(M.J. Arce, 30 de setembro)
 
Editado por Juan Leandro
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