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Afirma chanceler cubano na Assembleia Geral da ONU que o povo cubano não renunciará jamais a construir uma Nação soberana

Havana, 02 novembro (RHC).- Ao discursar ontem na Assembleia Geral da ONU, o chanceler cubano Bruno Rodriguez afirmou que os Estados Unidos, onde se cometem abertas violações dos direitos humanos que suscitam profunda preocupação da comunidade internacional, não tem autoridade moral para criticar Cuba.

Apresentando o projeto de resolução sobre a Necessidade de pôr fim ao bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos contra Cuba, o ministro das Relações Exteriores denunciou que ao triunfar a Revolução Cubana, os Estados Unidos traçaram a meta de mudar o regime. Não é nova a política anunciada pelo presidente Donald Trump em 16 de junho passado, é a mesma política, é uma antiga política ancorada no passado.

Bruno Rodriguez explicou que a política anunciada visa a uma política de confronto, como no passado, para satisfazer interesses de grupos extremistas da direita norte-americana e de uma frustrada e envelhecida minoria de origem cubana na Flórida.

O bloqueio - disse o chanceler cubano – é o maior obstáculo para o desenvolvimento econômico e social do país e para a implementação do Plano Nacional, em sintonia com a Agenda 2030 das Nações Unidas.

O bloqueio contraria o Direito Internacional e sua aplicação extraterritorial prejudica a soberania de todas as nações. O bloqueio viola aberta, massiva e sistematicamente os direitos humanos das cubanas e cubanos, é um ato de genocídio, sentenciou o ministro das Relações Exteriores de Cuba em seu discurso, ontem, na Assembleia Geral das Nações Unidas.

Mais adiante detalhou que não havia família cubana nem serviço social em Cuba que não sofresse as privações e as consequências do bloqueio.

Encerrando seu discurso, o ministro das Relações Exteriores foi taxativo:

“O povo cubano não renunciará jamais a construir uma Nação soberana, independente, socialista, democrática, próspera e sustentável. Persistiremos, com o consenso de nosso povo, e especialmente o compromisso patriótico dos cubanos mais jovens, na luta anti-imperialista e na defesa de nossa independência”.

Editado por Lorena Viñas Rodríguez
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