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Isabel Santos acredita que é uma mulher afortunada

Havana, 29 de dezembro (RHC).-Sou uma mulher afortunada de ser muito querida no meu país, afirmou a multipremiada atriz cubana Isabel Santos ao apresentar em Montevídeu seu último filme, “Ya no es antes” do diretor Léster Hamlet.
O Centro Cultural “Simón Bolívar”da embaixada da Venezuela em Montevídeu recebeu a apresentação especial do filme, que pela primeira vez se projeta no exterior, e que acaba de obter o prêmio Coral do público e de melhor atuação masculina no recém finalizado Festival de Cinema de Havana.
Durante um intercâmbio com o público assistente, Santos assinalou que o diretor se passou 10 anos tentando escrever o roteiro e junto com outro escritor foram arranjando coisas na tentativa de se manterem o mais fiel possível ao original , mas, era preciso situar a trama no presente.

Acrescentou que o original é uma obra de teatro importantíssima dos anos 80 (“Weekend em Bahia”, do dramaturgo Alberto Pedro).

Sobre a temática, assinalou que é um tema conhecido aobre os cubanos que vão embora e os que ficam. “Estando fora do país-disse-se pensa dum jeito diferente e ao voltar ao país percebe que há coisas profundas que ninguém pode tirar apesar das contradições que a pessoa tiver.”
A atriz afirmou aliás, que o filme é uma história universal, porque é o reencontro de duas pessoas que pensam que se amam e descobrem que já não têm nada a ver .

A uma pergunta de Prensa Latina sobre seu reencontro com o ator Luis Alberto García, seu coprotagonista no filme, disse que é um ator que conhece imenso e tudo decorreu muito bem e acrescentou que para ambos foi um desafio porque o diretor tinha outros atores cubanos que não puderam atuar por compromissos de trabalho e apenas quatro dias antes de começar a filmação os contatou.

Interrogada sobre os prêmios, opinou que as pessoas gostam dos premios e das flores por que existe o ego nelas e a vaidade, mas, ela do que mais gosta ẽ das palmas que ficam para sempre como no festival latino-americano que foi muito emocionante sentir o carinho do público que é muito fiel. E assinalou que se sente uma mulher afortunada de se sentir querida por seu público porque esse é o verdadeiro premio pois a imprensa pode ser subjetiva mas o público não. O público é sempree fiel e esse é o premio afirmou.


 

Editado por Martha C. Moya
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