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Venezuela avança rumo à normalização do país

Havana, 15 de março (RHC).- Jorge Rodríguez, ministro de Comunicação e Informação, garantiu que a Venezuela avança rumo à normalização após superar as sequelas da sabotagem da semana passada ao sistema elétrico. Informou que as escolas e faculdades voltarão a funcionar na segunda-feira.

Ontem foram incendiados três tanques de depósito de combustível da empresa Petro San Félix. O incidente foi considerado pelas autoridades como ato terrorista.

O chanceler Jorge Arreaza rejeitou a mensagem ingerencista do secretário norte-americano de Estado, Mike Pompeo, divulgada na conta oficial da Casa Branca no Twitter. Arreaza tachou de cínica a declaração de Pompeo, e denunciou o bloqueio à economia, as ameaças do uso da força e as pressões exercidas pelos EUA contra serviços, empresas e governos para que não colaborem com a Venezuela.

As autoridades norte-americanas retiraram os vistos de entrada de 340 cidadãos venezuelanos como parte das sanções ao país sul-americano. Mais de 100 correspondem a diplomatas e seus parentes.

Por outro lado, o Departamento do Tesouro decidiu estender a licença de operações da companhia CITGO, filial da estatal venezuelana do petróleo PDVSA nos EUA. Contudo, seus ingressos foram transferidos a uma conta sob controle do autoproclamado presidente Juan Guaidó, da oposição e leal a Washington.

Ontem, a rede de televisão norte-americana CNN confirmou que o ataque de quatro de agosto passado com drones contra uma cerimônia militar onde estava o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, foi uma tentativa de magnicídio. Num vídeo divulgado pela emissora, um dos organizadores do atentado explica como foi preparado e afirma que estavam cientes das eventuais consequências quanto à perda de vidas humanas. “Esse foi o risco que tivemos de assumir”, apontou.

A CNN divulgou também imagens sobre as atividades prévias dos envolvidos na ação, que mostram os explosivos usados, os treinamentos no manejo dos drones à distância e a detonação de um deles para conferir sua efetividade e alcance. Na época, muitos meios de imprensa colocaram em dúvida as denúncias em torno de que foi uma tentativa de matar o chefe de Estado venezuelano.

Editado por Lorena Viñas Rodríguez
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