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Palavras do chanceler cubano Bruno Rodríguez Parrilla no Instituto Chinês de Estudos Internacionais

Havana,6 de novembro (RHC).- A política exterior de Cuba nos trabalhos da Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos e a relação chinesa-cubana foram os temas principais na conferência ministrada pelo chanceler cubano Bruno Rodríguez Parrilla que realiza uma visita oficial ao gigante da Ásia convidado por seu homólogo. Bruno Rodrìguez é o primeiro chanceler que ministra uma conferência no Instituto Chinês de Estudos Internacionais.

Oferecemos a seguir um fragmento na íntegra:

 "A inquebrantável amizade de chineses e cubanos não é de jeito nenhum conjuntural responde a exigências históricas, ao legado de gerações anteriores e tem profundas raízes. Em Havana há um monumento único no mundo erguido à memória dos emigrantes chineses que participaram nas guerras de independência. É profunda a identificação e coincidência de propósito entre a China e Cuba no âmbito internacional. Somos dois países que persistimos na construção do socialismo com um jeito original partindo das nossas realidades específicas.

Temos trocado experiências mútuas que para Cuba têm sido de grande utilidade. Na passada comissão intergovernamental entre Cuba e China assinou-se uma agenda econômica para o período 2013- 2017 que permite projetar as relações bilaterais a médio prazo e aproveitar as enormes potencialidades existentes. China e Cuba se consolidarão em sua profunda relação econômica, China como um dos principais parceiros comerciais cujo nível de investimento em matéria de setores como o petróleo, a mineração, o turismo e as energias renováveis apresentam um potencial significativo e no caso da nossa pequena ilha a partir de suas vantagens comparativas como fornecedor de produtos inovadores e de alta tecnologia no setor biotecnológico.

É este um momento especial para envidar esforços nos nossos vínculos multifacéticos, o desenvolvimento de intercâmbios culturais , das relações econômicas, acadêmicas, científicas, esportivas e para as empresas chinesas existe hoje uma opção associada às transformações econômicas que decorrem no nosso país.
Editado por Juan Leandro
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