O presidente Miguel Díaz-Canel denunciou hoje que o bloqueio total assinado pelos Estados Unidos contra Cuba há 64 anos se transformou em “bloqueio genocida” e uma guerra econômica pelas ações de 12 governos americanos.
Por meio da rede social X, o presidente lembrou que, em 3 de fevereiro de 1962, o presidente democrata John F. Kennedy “assinou e formalizou a política de bloqueio econômico contra Cuba”, uma política que, segundo Díaz-Canel, se transformou em um instrumento de extrema pressão.
“Doze governos de ambos os partidos acabaram transformando-o em um #BloqueioGenocida”, afirmou o chefe de Estado, citando o líder histórico Fidel Castro, ao precisar que “isto se chama Guerra Econômica”.
A declaração do presidente coincide com a mais recente escalada das sanções americanas, marcada pela ordem executiva emitida em 29 de janeiro por Donald Trump, que visa bloquear o fornecimento de petróleo à Ilha por meio de sanções contra terceiros países.
O ministro das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez, havia descrito anteriormente essa medida como uma tentativa de tornar “a humanidade cúmplice de um terrível bloqueio de petróleo”, com consequências humanitárias sem precedentes para a população civil cubana.
