A presidente Claudia Sheinbaum afirmou que o México não retornará ao regime de privilégios e corrupção, também não será colônia ou protetorado de outro país, nem entregará seus recursos naturais.
“O México não retornará a um regime de privilégios e corrupção. O México não voltará a ser colônia ou protetorado de ninguém, e o México não entregará seus recursos naturais”, declarou a presidente durante a cerimônia que comemorou o 109º aniversário da Constituição de 1917.
“Por isso, com firmeza e fiéis à nossa história, afirmamos com veemência: o México não se curva, não se ajoelha, não se rende e não se vende”, acrescentou a chefe do Poder Executivo em discurso no evento realizado no Teatro de la República, no estado de Querétaro.
Diante de uma plateia de legisladores, governadores e outras autoridades, enfatizou que o México nasceu da luta do povo, de mulheres e homens visionários, de verdadeiros heróis e heroínas que ousaram desafiar o poder, a injustiça e o destino imposto.
“A história do México não é a história da obediência. É a história da dignidade. É a história de um povo que sempre lutou pela soberania, pela liberdade, pela democracia, pela justiça social e pela sua dignidade”, enfatizou.
Referindo-se ao fato de que “resgata os direitos do povo e reafirma que a soberania não se negocia, se defende”, Sheinbaum enumerou as profundas mudanças ocorridas entre setembro de 2024 e dezembro de 2025, por meio de 22 reformas constitucionais e 50 alterações em leis secundárias.
Entre elas, mencionou as relacionadas ao judiciário, a recuperação da Petróleos Mexicanos (Pemex) e da Comissão Federal de Eletricidade (CFE) como empresas públicas estratégicas e o fortalecimento da soberania.
Da mesma forma, ressaltou que “embora alguns possam desejar o contrário, o México não pode ser explicado sem seu povo nobre, corajoso e trabalhador. Nem pode ser explicado sem sua luta constante pela soberania e independência, nem sem sua solidariedade com outras nações”.
Fonte: Prensa Latina
