Casa TodosNacionalONU: Guterres expressa preocupação com impacto do brutal bloqueio dos EUA a Cuba

ONU: Guterres expressa preocupação com impacto do brutal bloqueio dos EUA a Cuba

por Irene Fait

O secretário-geral da ONU, António Guterres, expressou sua preocupação com a situação humanitária em Cuba após a ordem executiva do presidente dos EUA, Donald Trump, que endurece brutalmente o bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto à Ilha há mais de 60 anos.

“Perguntaram sobre a situação atual em Cuba e posso afirmar que o secretário-geral está muito preocupado com a situação humanitária em Cuba, que vai piorar se suas necessidades de petróleo não forem atendidas”, disse seu porta-voz, Stéphane Dujarric.

O porta-voz lembrou que “por mais de três décadas, a Assembleia Geral tem reiteradamente pedido o fim do embargo (bloqueio) imposto pelos Estados Unidos a Cuba”.

Em 29 de janeiro, Trump invocou com ordem executiva uma emergência nacional em relação à nação caribenha e para enfrentá-la  considerou apropriado impor tarifas àqueles que direta ou indiretamente vendam ou forneçam petróleo à ilha.

Dujarric enfatizou que Guterres insta todas as partes a continuarem o diálogo e a respeitarem o direito internacional.

Além disso, “vimos a declaração emitida pelas autoridades americanas na sexta-feira e estamos analisando o impacto do embargo de petróleo” e buscando “como podemos aliviar a situação”.

Diversas organizações, membros do Congresso e diferentes governos condenaram o uso unilateral de poderes econômicos de emergência pelos Estados Unidos para restringir o acesso de Cuba ao petróleo e ao comércio.

A Aliança para o Compromisso e Respeito com Cuba (Acere) condenou a política de punição coletiva aplicada pelo governo dos Estados Unidos, que agrava o sofrimento do povo cubano e viola as normas internacionais.

“O objetivo final dessa política desumana é eliminar qualquer possibilidade de sobrevivência básica em uma nação que depende da importação de petróleo para geração de energia, produção de alimentos, transporte e fornecimento de saúde e outros serviços essenciais”, afirmou.

Fonte: Prensa Latina

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