Cuba rememora em oito de janeiro a entrada do líder histórico Fidel Castro em Havana à frente da Caravana da Liberdade, que em 1959 consolidou o triunfo do Exército Rebelde e da Revolução.
Por meio de mensagens na rede social X, as mais altas autoridades do país evocaram o feito do Exército Rebelde e reafirmaram seu compromisso de continuar defendendo a soberania nacional e os princípios revolucionários.
O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, afirmou que as imagens históricas “estremcem e convocam hoje, assim como em 1959”.
Enfatizou que o povo cubano continua sendo “feroz na batalha e alegre na vitória, lutando sem se render, sempre até a vitória”.
Por sua vez, o presidente da Assembleia Nacional do Poder Popular, Esteban Lazo, destacou que “os princípios da Revolução Cubana permanecem plenamente válidos na defesa de nossa pátria, independência e soberania”.
O secretário de Organização do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, Roberto Morales, reafirmou em sua conta no X a “lealdade aos princípios defendidos por” Fidel Castro e a determinação de “continuar defendendo nossa soberania e lutando por toda a justiça”.
O ministro das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez, lembrou que, há 67 anos, “um mar de povo celebrou nas ruas da cidade a tão esperada vitória e o início da Revolução Cubana”.
Rodriguez enfatizou que esse “próprio povo, corajoso e endurecido em mil batalhas, reafirma seu compromisso com a defesa da Pátria, da Revolução e do Socialismo, diante das ameaças belicistas e intervencionistas do imperialismo estadunidense”.
Os combatentes da Sierra Maestra, que conseguiram derrotar a tirania de Fulgencio Batista, percorreram uma rota de mais de 1.000 quilômetros pelo país, de 2 a 8 de janeiro de 1959.
A caravana partiu de Santiago de Cuba (leste de Cuba) e conversou com os moradores de vários municípios nas províncias de Granma, Holguín, Las Tunas, Camagüey, Santa Clara, Cienfuegos e Matanzas, a caminho de Havana.
Após diversas paradas na capital, o acompanhamento popular do líder histórico da Revolução continuou até o antigo Quartel Columbia.
Todos os anos, na mesma data, cubanos de diferentes gerações refazem essa rota como homenagem ao Exército Rebelde e para demonstrar seu compromisso com a Revolução na Ilha.
Fonte: Prensa Latina
