O ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, reiterou na segunda-feira a disposição de seu país para dialogar com os Estados Unidos, ao mesmo tempo refutou qualquer possibilidade de subjugar a vontade política do povo cubano.
Na rede social X, o ministro lembrou que a agressão dos EUA não é nova e denunciou sua escalada progressiva nos últimos anos, “e de maneira implacável nas últimas semanas, incluindo o empenho em bloquear completamente nossos fornecimentos de combustível”.
Na publicação, Rodríguez também desmascarou os verdadeiros objetivos da agressão, que, “como sempre, é subjugar a vontade política dos cubanos”.
Diante dessa pretensão, afirmou que “os mais experientes e perspicazes em Washington e Miami sabem que esse objetivo é impossível de alcançar”.
Rodriguez desclassificou “aqueles que persistem nessa agressão cruel com o propósito de causar o maior dano possível ao povo”. Nesse sentido, reconheceu que “a situação é difícil e exigirá grandes sacrifícios”. O ministro declarou que a “disposição para o diálogo é clara e conhecida. E foi reiterada direta e publicamente”.
Da mesma forma, no contexto dos acontecimentos e do endurecimento da agressão, Cuba conta com a solidariedade e o apoio internacional. “Não estamos sozinhos e não estamos de braços cruzados”, afirmou
