Cuba avança na informatização da sociedade

Cuba avança na informatização da sociedade.

Por Maria Josefina Arce

UNICEF – Fundo da ONU para a Infância – divulgou um relatório sobre a era digital e elogia o avanço de Cuba na informatização da sociedade.

O destaque dado pelo UNICEF a Cuba confirma o esforço das autoridades cubanas, que, apesar das limitações econômicas e as barreiras impostas pelo bloqueio norte-americano, buscam utilizar as Tecnologias da Informação e das Comunicações na vida cotidiana para obter maior eficácia e eficiência em todos os processos. E, por conseguinte, maior geração de riqueza e aumento da qualidade de vida de todos os cubanos.

Mostra, também, que o recente estabelecimento pelos Estados Unidos de uma força operacional na internet para propulsar supostamente o fluxo de informação livre e não regulamentada em Cuba é um novo capítulo na longa história de subversão contra a revolução cubana.

Recentemente, Wilfredo González, vice-ministro das Comunicações, declarou à imprensa que não existe nenhuma limitação do ponto de vista político para o acesso dos cubanos à Internet realçando a determinação do país de continuar avançando neste processo, sempre com uma visão que dá prioridade ao acesso social e à proteção da soberania do país.

Pensando nisso, foram criadas as chamadas salas de navegação, há cinco anos, com 118 pontos. Hoje, esses centros somam mais de 650 em toda a nação.

Temos, também, as zonas WI-FI, mais de 500 em toda Cuba. De acordo com o vice-ministro das Comunicações, este projeto continuará se desenvolvendo nos próximos anos, sempre tendo em mente o conceito de compartilhar e não excluir, como imperativo de nossa sociedade, de nossa Revolução.

Aumenta, também, o número de lares cubanos com acesso à internet, embora, por enquanto, sejam insuficientes as capacidades ofertadas.

Vale realçar que no país se trabalha na criação de produtos educativos para crianças e jovens, que, ademais, de permitir a ampliação de seus conhecimentos, incutem neles valores como o respeito e a solidariedade.

Por exemplo, há um produto que se chama Mochila, com conteúdo seguro que promove estilos de vida saudáveis e desenvolvimento espiritual. Ou a Enciclopédia Colaborativa ECURED, que amplia o conhecimento em determinadas temáticas.

Em seu relatório sobre as crianças na era digital, UNICEF defende ações e investimentos para proteger esse segmento populacional dos perigos de um mundo interconectado na web.

Apresentando o documento na capital cubana, Maria Machicado Terán, representante do UNICEF em Cuba, disse que descreve os perigos e as oportunidades que a tecnologia digital proporciona às crianças no planeta.

“Um de cada três usuários da internet é menor de idade, mesmo assim há poucas medidas que garantam acesso a um conteúdo seguro, assinalou funcionária.

Nessa direção, o relatório destaca como Cuba foi capaz de diminuir os riscos que correm as novas gerações.

Em Cuba, se criam produtos que propulsam valores e não ações violentas que possam conduzir a massacres de crianças e adolescentes nas escolas e em lugares públicos, como nos Estados Unidos, que se preocupa “tanto” pelo acesso dos cubanos à internet, quando em verdade só busca criar desestabilização e violência.

 

Editado por Lorena Viñas Rodríguez



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