Casa TodosNacionalFlotilha internacional viajará a Cuba para romper bloqueio imposto pelos EUA

Flotilha internacional viajará a Cuba para romper bloqueio imposto pelos EUA

por Irene Fait
Internacia floteto, nomita "Nia Ameriko", provos rompi la usonan sieĝon kontraŭ Kubo

Uma flotilha internacional, batizada de “Nossa América”, tentará romper o bloqueio dos EUA contra Cuba e se dirigirá à Ilha para entregar ajuda humanitária.

A iniciativa parte de uma coalizão internacional de movimentos sociais, sindicatos e organizações humanitárias, com o objetivo de trazer alimentos, medicamentos e suprimentos ao povo cubano.

Uma mensagem da Internacional Progressista, publicada no X, afirma:

“Estamos navegando para Cuba para entregar ajuda humanitária vital ao seu povo. Juntos podemos romper o bloqueio, salvar vidas e defender a causa da autodeterminação cubana.”

A flotilha tem previsão de zarpar em março através do Mar do Caribe. A iniciativa é inspirada na Flotilha Global Sumud para Gaza, que também está preparando uma nova viagem.

David Adler, um americano da Internacional Progressista, declarou:

Hoje, estamos nos preparando para navegar para Cuba pelo mesmo motivo que viajamos na Flotilha Global Sumud para Gaza: romper o bloqueio, entregar alimentos e medicamentos e demonstrar que a solidariedade pode cruzar qualquer fronteira ou mar.”

Adler acrescentou que “quando os governos impõem punições coletivas, as pessoas comuns têm a responsabilidade de agir”. Thiago Ávila, outro que promove a iniciativa, afirmou que a flotilha para Cuba “levará mais do que apenas ajuda”.

Ao romper o bloqueio dos EUA à Ilha, a missão transmite a mensagem de que o povo cubano não está sozinho”, enfatizou.

No site criado para receber apoio a esta missão, os organizadores apontam que o governo dos EUA de Donald Trump “está sufocando a ilha, cortando o fornecimento de combustível, voos e bens essenciais para a sobrevivência”.

Acrescentam que “as consequências são letais, tanto para os recém-nascidos e seus pais, quanto para os idosos e doentes”.

Fonte: RT

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