Autoridades cubanas conferem situação epidemiológica no país

Havana, 7 de outubro (RHC).- Na reunião diária para examinar a situação epidemiológica do país, encabeçada pelo presidente Miguel Díaz-Canel, debateram-se as medidas de controle do Sars-Cov2 em Havana, Ciego de Ávila, Sancti Spíritus e outras localidades afetadas pela doença.

Na capital prossegue o processo de flexibilização levando em conta a redução nos casos positivos e a necessidade de reativar a vida econômica e social da cidade.

O ministro da Saúde Pública, José Ángel Portal, destacou que menos de 10% do total de contagiados no país desde março passado está internado hoje em hospitais, e revelou que a grande maioria dos diagnosticados nos últimos tempos são pessoas menores de 60 anos de idade.

No encontro foi abordada também a passagem do furacão Delta perto da região ocidental de Cuba. O fenômeno atmosférico tem deixado chuvas e ventos em algumas localidades, especialmente na província de Pinar del Rio.

As autoridades evacuaram milhares de pessoas que moram em zonas de risco de enchentes ou entrada das águas do mar, além de tomar medidas para proteger os recursos da economia e a infraestrutura.

Nesse contexto, o primeiro-ministro, Manuel Marrero, informou que foi debatido o andamento dos programas nos setores biotecnológico, açucareiro, hidráulico e de energia. No Twitter, disse que se falou da necessidade de impulsionar os projetos relacionados com o investimento estrangeiro, a recuperação da indústria açucareira, a geração de energia com biomassa, as fontes de energia renovável, os serviços de saneamento e a estratégia econômica e social para enfrentar a intensificação do bloqueio norte-americano e a crise global gerada pela Covid-19.

A ideia é substituir importações, incentivar a exportação, facilitar a aplicar dos avanços da ciência e tecnologia, aumentar a produção de alimentos e potenciar o encadeamento produtivo.

Nesse ponto, o vice-premiê e ministro da Economia, Alejandro Gil, explicou que a estratégia leva em conta também o planejamento centralizado, a regulamentação do mercado, a complementação dos atores econômicos e o papel dinamizador da demanda interna.

Editado por Lorena Viñas Rodríguez



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