Numerosas organizações em todo o mundo reafirmaram seu firme apoio a Cuba na defesa de sua soberania e segurança nacional, diante das novas medidas e pressões do governo dos Estados Unidos contra a ilha, insistindo que Cuba não representa uma ameaça aos Estados Unidos, mas sim um símbolo de solidariedade e resistência anti-imperialista.
A Rede de Intelectuais e Artistas em Defesa da Humanidade, em mensagem ao povo cubano, denunciou como falsas e cínicas as acusações do presidente Donald Trump de que as políticas, práticas e ações do governo cubano constituem uma ameaça incomum e extraordinária.
Além disso, enfatizaram em sua mensagem que a nova medida constitui um ataque direto contra todos os cubanos residentes em Cuba e suas famílias no exterior, independentemente de sua orientação ideológica, filiação política, condição social ou idade.
Por sua vez, o Secretariado do Partido Comunista do Trabalho (PCT) expressou sua rejeição à nova medida coercitiva, afirmando que se trata de “um ato de pirataria internacional e uma tentativa deliberada de sufocar, pela fome e pela falta de eletrcidade, um povo digno que decidiu ser senhor do seu próprio destino”.
Da mesma forma, na Guatemala, o Comitê Coordenador de Solidariedade com Cuba manifestou sua condenação absoluta e irrevogável ao recente decreto executivo.
Em El Salvador, inúmeras vozes denunciaram o novo ataque imperialista. O Movimento Salvadorenho de Solidariedade com Cuba enfatizou que essa medida visa criar desilusão, insatisfação e agitação entre os cubanos, com o objetivo de destruir a Revolução por dentro, retomando as diretrizes do memorando do Subsecretário Lester Mallory em 1960. Por sua vez, a Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional (FMLN) e a declaração conjunta de organizações do movimento social e popular de El Salvador rejeitaram essa escalada criminosa do bloqueio econômico dos EUA contra a ilha.
Da mesma forma, o México ressaltou o sentimento de solidariedade com Cuba diante dessas novas ameaças do imperialismo estadunidense. O Movimento Mexicano de Solidariedade com Cuba, a Confederação de Trabalhadores e Sindicatos do México, a Coalizão de Organizações Democráticas Urbanas e Rurais, a Associação José Martí de Cubanos Residentes no México e outras organizações denunciaram a nova decisão não como um evento isolado, mas sim como uma continuação da guerra econômica travada pelo governo dos Estados Unidos contra Cuba há mais de 60 anos. Nesse sentido, reafirmaram seu apoio inabalável a Cuba.
Da Europa, a Associação ARLAC, o Grupo Socialista e Democrático do Parlamento Europeu, a Associação Ardor Cuba e outras entidades condenaram a nova política do governo dos EUA contra Cuba.
Já nos Estados Unidos, figuras políticas como a congressista democrata Nydia Velázquez, os representantes democratas Rashida Tlaib e Chuy García, e organizações solidárias a Cuba, como o Partido Comunista dos EUA, o Fórum Popular e o movimento pacifista CODEPINK, entre outros, rejeitaram a medida, classificando-a como desumana, injusta e contrária ao direito internacional.
Cada declaração transmite uma mensagem comum: a verdadeira ameaça não é Cuba, mas a política agressiva de Washington e, em particular, a agenda do governo Trump em relação à Ilha.
Fonte: Cubaminrex
