Casa TodosSolidariedade com CubaUniversidade mexicana se solidariza com Cuba diante do bloqueio dos EUA

Universidade mexicana se solidariza com Cuba diante do bloqueio dos EUA

por Irene Fait

A Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM) expressou sua profunda solidariedade ao povo cubano diante da situação que enfrenta devido ao endurecimento do bloqueio imposto pelos Estados Unidos.

Em comunicado divulgado na rede social X, o Conselho Universitário da instituição ressaltou que os efeitos do bloqueio imposto por Washington há mais de 60 anos estão sendo agravados pela crise energética.

Essa crise se intensificou após o presidente dos EUA, Donald Trump, assinar, em janeiro, uma ordem executiva ameaçando impor tarifas aos países fornecedores de petróleo para a Ilha.

A UNAM mencionou que a situação afeta gravemente a população civil e as condições para uma vida digna e, portanto, condenou “qualquer tentativa de obstruir a solidariedade internacional destinada a aliviar as necessidades urgentes do povo cubano”. Como instituição pública de ensino, declarou que “o direito à educação não pode ser garantido quando o tecido social está sendo sufocado”.

A Universidade Nacional Autônoma do México instou o governo dos EUA a rever e reverter suas ações contra a Ilha, “em conformidade com as reiteradas resoluções da Assembleia Geral da ONU e os relatórios dos especialistas em direitos humanos dessa organização internacional”.

Acrescentou que também está acompanhando de perto a situação na Venezuela após a operação militar dos EUA no país sul-americano e afirmou esperar a rápida restauração da “plena soberania do país, sem interferência estrangeira”.

“Rejeitamos veementemente o uso da força na América Latina e no Caribe, todas as formas de intervenção e a violação do direito internacional público, cujas normas devem prevalecer”, afirmou a UNAM, relembrando seu compromisso humanitário de longa data com a defesa dos direitos dos povos e das nações.

Nesse sentido, apelou ao respeito à soberania, à autodeterminação dos povos e à resolução pacífica de conflitos, entre outros pontos.

Fonte: Prensa Latina

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