Representantes de trabalhadores do Brasil, Chile, Venezuela, Colômbia, Uruguai, México e Estados Unidos, presentes em um estágio sindical em Havana, demonstram que a solidariedade internacional é mais forte do que as tentativas de isolar Cuba.
Durante a abertura do estágio “O Movimento Operário Latino-Americano e os Processos Políticos na Construção da Unidade no Contexto Atual”, na quinta-feira, os participantes afirmaram que estão aqui apesar do bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelo governo dos Estados Unidos.
Este fórum, disseram, convida a refletir, compartilhar experiências e reafirmar que a classe trabalhadora latino-americana e global tem a capacidade de construir pontes, resistir e caminhar rumo a um mundo melhor.
O Estágio Sindical Internacional, com quase cem delegados em Havana, convocado pela Central de Trabalhadores de Cuba e pela Secretaria Regional para a América Latina e o Caribe da Federação Sindical Mundial, tem uma programação de atividades dedicada ao centenário de nascimento do líder histórico da Revolução Cubana, Fidel Castro, que se estende até o dia 28.
Os líderes proletários permanecerão na capital de Cuba até 3 de maio, juntando-se a centenas de outros representantes da solidariedade de todo o mundo nas atividades comemorativas do Dia Internacional do Trabalhador.
