A Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América – Tratado de Comércio dos Povos (ALBA-TCP) convocou a comunidade internacional para que se oponha resolutamente à ameaça ou ao uso da força pelos Estados Unidos contra Cuba.
Em comunicado, o bloco de integração expressou sua profunda preocupação e firme rejeição às crescentes declarações do governo dos EUA que “ameaçam o uso da força contra a República irmã de Cuba”, em um contexto regional marcado por tensões crescentes que põem em risco a paz e a estabilidade da América Latina e do Caribe.
Da mesma forma, a Rede de Intelectuais, Artistas e Movimentos Sociais (REDH) em Defesa da Humanidade afirmou em comunicado que, enquanto a humanidade clama por paz, cooperação e respeito ao direito internacional, o governo Trump responde com a lógica do terrorismo de Estado: o fortalecimento do bloqueio econômico, comercial e financeiro criminoso e a perseguição de qualquer transação financeira que ouse se aproximar da ilha.
No México, o Grupo de Reflexão Latino-Americana e Caribenha (GRALYC) rejeitou categoricamente as ameaças de Trump contra Cuba, que é um exemplo de resistência, dignidade e integridade ética e moral para o mundo inteiro. “Cuba não representa uma ameaça à segurança nacional dos Estados Unidos”, afirma o texto.
A organização afirmou que a grande maioria dos cubanos defenderá sua soberania em cada centímetro de seu território e considerou que o “argumento” de Trump não corresponde à verdade histórica, uma vez que a ilha s[o deseja paz para viver sob o sistema político adotado por seu povo.
A anunciada “tomada de poder em Cuba” não reverterá a inevitável derrota eleitoral de Trump e dos republicanos nas eleições de meio de mandato em novembro, alertou a organização, acrescentando que “este não é o momento para reações tímidas”.
Em Porto Rico, o Comitê de Solidariedade com Cuba (CSC) pediu uma condenação nacional e internacional absoluta por parte de organizações e governos à nova ordem de Donald Trump contra Cuba.
Milagros Rivera, presidente do CSC, destacou a desfaçatez do presidente dos Estados Unidos ao ameaçar com uma perigosa agressão militar a Cuba no mesmo dia, 1º de maio, em que milhões de cubanos marcharam pelas ruas e praças para comemorar o Dia Internacional do Trabalhador.
“O povo cubano está firme e preparado para defender seu projeto político e social, bem como sua soberania e dignidade, afirmou a líder porto-riquenha.
