Casa TodosComentárioIntimidações sem precedentes contra Cuba

Intimidações sem precedentes contra Cuba

por Irene Fait
Kubo denuncias pliigon de minacoj agresaj de Usono

Por Roberto Morejón.

 

O governo Trump mantém inúmeros conflitos em aberto ao redor do mundo, e frequentemente retoma suas bravatas, mentiras e ameaças contra Cuba.

As mais recentes assumem um tom beligerante, com o presidente republicano afirmando que os Estados Unidos “tomarão Cuba quase imediatamente”.

Donald Trump, que também acaba de assinar novo pacote de medidas coercitivas contra a Ilha, gabou-se de ter ordenado à tripulação de um porta-aviões que, voltando do Irã, se aproximasse de Cuba. Segundo Trump,a mera presença do porta-aviões seria suficiente para que os cubanos se rendessem.

As novas sanções contra a nação caribenha endurece e amplia o bloqueio que já dura mais de seis décadas dando continuidade à tendência do atual governo de encurralar o país e estrangular seus habitantes por meio das carências.

Trump, que em seu primeiro mandato implementou 240 medidas para intensificar o bloqueio, aprovou agora uma ordem executiva com o objetivo de sancionar estrangeiros,  americanos inclusive, que façam negócios, ou transações que facilitem o fluxo de divisas para Havana.

Assim, complementa o bloqueio energético imposto em 29 de janeiro, que deixou os cubanos com uma grave escassez de combustível.

Em todos os casos, na hora de justificar a punição coletiva contra os cubanos, Trump invoca a suposta ameaça que a nação caribenha representa para a segurança dos Estados Unidos.

Analistas questionam como Cuba pode ser considerada um risco quando o próprio Trump afirma que a economia a Ilha está à beira do colapso.

Além disso, nesse novo ataque, Washington está adotando medidas hostis adicionais contra setores-chave da economia, como mineração e energia, bem como defesa.

O ataque é fulminante: qualquer pessoa ou empresa que invista ou faça negócios com esses setores terá todos os seus ativos nos Estados Unidos congelados.

Os cubanos estão atentos às implicações das novas declarações públicas do presidente americano e ao provável impacto de suas últimas medidas, especialmente agora, quando mais de seis milhões de cidadãos assinaram uma petição contra a guerra.

A comunidade internacional deve reagir a essas tentativas de impor à força a Cuba uma agenda política que somente os cubanos devem decidir.

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