A comunidade internacional expressou forte apoio a Cuba após o anúncio de novas medidas coercitivas unilaterais pelo governo dos EUA. A nova ordem executiva, assinada em 1º de maio, representa um passo extremamente agressivo e sem precedentes na aplicação extraterritorial do bloqueio.
Diversas organizações de solidariedade a Cuba, cubanos residentes no exterior, figuras políticas, profissionais formados na ilha, intelectuais, artistas e outros expressaram, nos últimos dias, sua forte rejeição às recentes sanções impostas pelo governo dos Estados Unidos contra Cuba, bem como às crescentes ameaças de uma possível agressão militar contra a Ilha.
Reafirmaram também seu apoio ao direito soberano do país de se desenvolver e construir seu próprio destino sem interferência estrangeira.
Declarações emitidas por organizações de todo o mundo concordam que essas medidas constituem um endurecimento do bloqueio econômico e uma política de pressão que afeta diretamente a população cubana, limitando o acesso a recursos essenciais como energia, medicamentos, alimentos e serviços financeiros.
Os signatários alertam que essas ações violam princípios fundamentais do direito internacional, incluindo a soberania dos Estados e a não interferência em assuntos internos, e lembram que o bloqueio foi reiteradamente rejeitado pela comunidade internacional no âmbito das Nações Unidas.
Da mesma forma, expressam preocupação com o aumento da retórica hostil e das ameaças de intervenção militar, observando que estas representam um risco para a paz e a estabilidade regional.
Nesse sentido, apelam à comunidade internacional, aos governos e às organizações multilaterais para que rejeitem qualquer escalada das tensões e promovam o diálogo como meio de resolução de conflitos.
As organizações reiteram ainda a sua solidariedade com o povo cubano e o seu direito à autodeterminação, instando ao levantamento imediato das sanções e ao respeito pela sua soberania. Por fim, convocam à mobilização e à ação internacional em defesa da paz, do direito internacional e da cooperação entre os povos.
Fonte: Cubaminrex
