O líder histórico da Revolução Cubana, Fidel Castro, retornou à Etiópia nas flores depositadas no Parque da Amizade entre os dois países e na eterna gratidão dos graduados na ilha caribenha.
As oferendas florais foram depositadas pelo Dr. Fidel Antonio Castro Smirnov, membro titular da Academia Cubana de Ciências, por membros da missão diplomática e estatal cubana em Addis Abeba e por representantes de associações etíopes de solidariedade com a ilha.
A homenagem, que fez parte das comemorações do centenário do nascimento de Fidel Castro, honrou os 163 combatentes cubanos que tombaram na campanha do Deserto de Ogaden defendendo a integridade territorial da Etiópia contra tentativas expansionistas externas.
Castro Smirnov, em sua conta nas redes sociais, expressou que “o amor desafia as longas distâncias. No Parque da Amizade Cuba-Etiópia, flores e uma placa para #FidelParaSempre. Honramos os 163 internacionalistas cubanos que tombaram. A África, irmã de dignidade e resistência, nos acolheu. A ela, nossa eterna gratidão.”
Mais tarde, na missão diplomática cubana, o acadêmico conversou com graduados etíope-cubanos formados na ilha sobre o legado de Fidel Castro e a importância que ele atribuía à ciência sob o princípio de “Médicos, não bombas”.
Mencionou o desenvolvimento de vacinas em Cuba e medicamentos inovadores como o Heberprot-P e o HeberSaVax, graças a essa visão, bem como a formação de mais de 32.000 médicos de 122 países na Escola Latino-Americana de Medicina.
Da mesma forma, foi destacada a criação do polo científico em Havana durante o Período Especial da década de 1990, cujo principal objetivo era promover o desenvolvimento da biotecnologia, da indústria médico-farmacêutica e de tecnologias avançadas para solucionar problemas relacionados à saúde, alimentação e outras áreas.
Os etíope-cubanos, por sua vez, reiteraram sua gratidão pela formação profissional recebida, pelos valores que os moldaram como homens e mulheres e pelo apoio inabalável à Revolução Cubana.
Fonte: Prensa Latina
