Juvenal Balán, fotojornalista do jornal Granma, jamais imaginou segurar uma câmera, se tornar jornalista, muito menos fotografar Fidel Castro, quando, ainda criança, o via de perto nos primeiros anos da Revolução Cubana.
Na sede da União dos Jornalistas de Cuba (UPEC), no bairro de Vedado, em Havana, foi inaugurada a exposição “Ao lado de Fidel”, com imagens de mais de uma dezena de fotógrafos, alguns já falecidos, que estiveram ao lado do Comandante-em-Chefe e capturaram para a eternidade diferentes facetas de sua personalidade.
Juvenal Balán, ganhador do Prêmio Nacional de Jornalismo José Martí pela Carreira, explicou aos presentes, na presença de Ricardo Ronquillo Bello, presidente da UPEC, que a exposição inclui retratos de Fidel (1926-2016) que expressam seu perfil humanista e o ícone que transcendeu o tempo, devido ao seu legado e à sua defesa de causas justas.
Leidys María Labrador Herrera, jornalista e vice-diretora do jornal Granma, em seu discurso de abertura da exposição, lembrou como Fidel sempre foi muito próximo dos jornalistas. Ela enfatizou a importância da imprensa homenageá-lo em seu centenário, observando que os fotojornalistas sempre souberam fotografá-lo como homem-criança, adolescente, jovem, patriota, médico e cientista.
“Que grandeza a desse homem!”, exclamou a jovem deputada da Assembleia Nacional do Poder Popular. E explicou que esta é apenas uma seleção, mas que, ao consultar os arquivos de cada veículo de comunicação, é incrível ver os tesouros que ali existem, capturando muitos momentos da vida de Fidel durante a Revolução, momentos dos quais os jornalistas se orgulham imensamente.
“Ao lado de Fidel” está em exibição na sede da UPEC, localizada na esquina das ruas 23 e I, apresentando fotografias tiradas pelos fotojornalistas que o acompanharam e dedicadas à história.
Fonte: Agência Cubana de Notícias
