Acordo sobre Colômbia irradia esperança

Editado por Irene Fait
2023-06-11 16:48:38

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Foto tomada de Prensa Latina

Por Roberto Morejón

Em Havana, onde se alcançaram acordos definitivos em 2016 entre o governo colombiano à época e a guerrilheira FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), foi dado outro passo positivo: o pacto de cessar- fogo por seis meses entre as autoridades colombianas atuais e o rebelde ELN (Exército de Libertação Nacional).

Para os observadores, o acordo acertado, em Havana, entre os representantes do governo de Gustavo Petro e o ELN é histórico.

Para o próprio Petro, em expressão de otimismo, o grupo rebelde se coloca em circunstâncias diferentes e, assim, ressaltou, contribui para a promessa de que em maio de 2025 cesse a guerra totalmente na Colômbia.

Sem dúvida, é a aspiração de muitos habitantes desse país sul-americano onde reina a violência há muitas décadas.

Não é casualidade, portanto, que o acordo concretizado em Havana tenha despertado expectativas na Colômbia, onde certamente grupos de direita e as elites econômicas farão suas considerações depois do choque pelo anúncio.

Não obstante, sobre a mesa já está pronto o enunciado do cessar-fogo por um período preliminar de 180 dias, o movimento mais exato registrado até hoje durante o diálogo entre as duas partes anteriormente mencionadas, estruturado em três ciclos.

Naturalmente, guerrilheiros e representantes o governo fizeram votos para que a sociedade colombiana apoiasse o acordo.

Como parte da sociedade, trabalhadores rurais, moradores de comunidades e outros cidadãos contrários à violência, com certeza serão s primeiros em abrigar esperanças.

Eles, e o governo atual da Colômbia, esperam o estabelecimento de compromissos sólidos na busca de uma paz duradoura, tão escorregadia, e a construção de um cenário propício para a justiça.

Após o acordo obtido em Havana, aumentará o interesse em que as partes envolvidas no diálogo definam novos progressos durante o quarto ciclo a realizar-se na Venezuela.

Vale mencionar que para Cuba foi motivo de satisfação propiciar, com sua imparcialidade e discrição, o bom andamento de uma parte do diálogo entre o governo e o ELN.

E também alenta que o presidente Petro e os rebeldes objetassem e, portanto, exortassem EUA a riscar Cuba de sua lista arbitrária de países que supostamente patrocinam o terrorismo.



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