A Confederação Latino-Americana e Caribenha de Trabalhadores do Estado (Clate) reafirmou sua solidariedade ao povo cubano, que “resiste com dignidade à intensificação do bloqueio econômico, comercial e financeiro” imposto pelo governo dos EUA.
O Coletivo de Cientistas e Técnicos da Argentina (CyTA) também manifestou seu apoio à Ilha, e a prefeita do município de Quilmes, em Buenos Aires, Mayra Mendoza, reuniu-se com Leonardo Baxter, a cargo da embaixada de Cuba em Buenos Aires, para expressar o apoio da organização política La Cámpora a Cuba.
Em um vídeo divulgado nas redes sociais, a confederação sindical afirmou que “a Clate está comprometida em fortalecer a solidariedade ativa, concreta e organizada nos 20 países da América Latina e do Caribe onde nossos sindicatos estão presentes”.
Por sua vez, conclamou “o Movimento Operário Internacional a redobrar suas ações de denúncia, mobilização e solidariedade em todos os países, em defesa do heroico povo cubano e de seu direito de construir seu próprio destino sem interferência externa”.
A Sociedade Bolivariana de Honduras alertou que as recentes medidas anunciadas pelo governo Trump contra Cuba colocam a nação caribenha em uma situação de tragédia humanitária.
Em comunicado divulgado em Tegucigalpa, a organização condenou a ordem executiva emitida em 29 de janeiro por Donald Trump que intensifica o bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto à Ilha há mais de seis décadas.
Paralelamente, uma caravana em Nassau, Bahamas, exigiu o fim do cerco criminoso contra Cuba, no último domingo, e reafirmou seu compromisso com a defesa da Ilha.
Essa manifestação se junta às crescentes expressões internacionais de solidariedade, que ganharam força desde o último decreto do governo dos EUA que impõe tarifas aos países que exportem combustível para Cuba.
Nos Estados Unidos, apesar do alerta de tempestade de inverno, ativistas e organizadores comunitários da cidade de Nova York marcharam até Manhattan para demonstrar seu compromisso e apoio a Cuba diante da crescente agressão do governo Trump.
O grupo enfrentou o mau tempo para deixar claro que o povo americano se opõe à proibição da entrada de petróleo na Ilha, imposta após uma ordem executiva assinada em 29 de janeiro pelo presidente republicano, que ameaçou impor tarifas coercitivas unilaterais a qualquer país que venda combustível para Cuba.
Willie Cotton, organizador da coalizão Cuba Sí em Nova York e Nova Jersey, destacou a resiliência do povo cubano e reafirmou a necessidade de esforços coletivos neste momento crítico.
O grupo enfatizou que esta crise, gerada por Washington, criou condições difíceis para Cuba, mas também forjou “um renovado compromisso de solidariedade entre pessoas de todo o mundo”.
Fonte: Prensa Latina
