O Governo Revolucionário de Cuba informou neste domingo que 32 cidadãos cubanos morreram durante o ataque militar perpetrado pelos Estados Unidos contra a Venezuela nas primeiras horas de 3 de janeiro.
Segundo informação oficial, os combatentes cumpriam missões representando as Forças Armadas Revolucionárias e o Ministério do Interior, a pedido de seus homólogos venezuelanos.
O comunicado especifica que os cubanos “caíram em combate direto contra os atacantes ou durante o bombardeio de instalações”, após oferecerem “feroz resistência”.
Após a verificação de suas identidades, suas famílias foram informadas e receberam os pêsames do general de exército Raúl Castro, líder da Revolução Cubana, do presidente Miguel Díaz-Canel e dos chefes das instituições às quais pertenciam.
O governo cubano descreveu os eventos como “um novo ato criminoso de agressão e terrorismo de Estado” e enfatizou que os combatentes “demonstraram, por meio de seus atos heroicos, a solidariedade de milhões de compatriotas”.
Da mesma forma, anunciou que organizará as ações correspondentes para prestar-lhes a homenagem merecida.
Em honra aos combatentes falecidos, o presidente Miguel Díaz-Canel declarou luto nacional, que vigorará das 6h (horário local) de segunda-feira, 5 de janeiro, até a meia-noite de terça-feira, 6 de janeiro.
Durante esse período, a bandeira cubana será hasteada a meio mastro em todos os prédios públicos e instalações militares do país.
