O presidente Miguel Díaz-Canel expressou sua profunda gratidão aos chefes de Estado e de governo africanos pela adoção de uma resolução que condena o bloqueio imposto pelo governo dos EUA e a inclusão da ilha na lista de países patrocinadores do terrorismo. “Seu valor é ainda maior nestes tempos de brutal tentativa dos EUA de sufocar todo o nosso povo com a crise energética”, publicou na rede social X, em resposta à posição reafirmada pela União Africana (UA).
“Obrigado por esta demonstração de solidariedade, após a ordem executiva que busca bloquear o fornecimento de petróleo e sufocar todo o povo cubano”, escreveu Bruno Rodríguez, ministro das Relações Exteriores, na rede social X.
O bloco aprovou 17 resoluções consecutivas contra o bloqueio econômico, e esta é a terceira vez que destaca o caráter arbitrário da designação de Cuba como Estado patrocinador do terrorismo, informou Prensa Latina.
De acordo com a embaixada de Cuba na Etiópia, líderes africanos expressaram sua preocupação com o agravamento dos efeitos negativos do bloqueio de Washington, especialmente no contexto atual, em que Havana continua a enfrentar significativos desafios econômicos e sociais decorrentes da pandemia de COVID-19.
Da mesma forma, denunciaram o alcance extraterritorial dessa política, incluindo a aplicação do Título III da Lei Helms-Burton, que fortalece as restrições e estende suas consequências para além das fronteiras dos EUA.
A resolução reafirma, mais uma vez, os profundos laços históricos, políticos e de solidariedade que unem os povos da África e de Cuba, e constitui uma clara expressão de apoio à eliminação dessa medida, que consideram injusta, ilegal e contrária aos princípios do direito internacional e à soberania dos Estados.
Agradecemos a aprovação, pelos líderes africanos, da Resolução que condena o bloqueio dos EUA e que reiterou o pedido de remoção de #Cuba da Lista unilateral de Estados Patrocinadores do Terrorismo.
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— Miguel Díaz-Canel Bermúdez (@DiazCanelB) 15 de fevereiro de 2026
Com informações do Granma
