O presidente cubano Miguel Díaz-Canel lamentou a morte na segunda-feira, em Havana, de Jorge Gómez, músico e diretor do grupo Moncada, aos 83 anos.
“Um dos mais importantes criadores e promotores da música em Cuba nos deixou”, publicou o chefe de Estado cubano em sua conta no X. E destacou o papel do Moncada, grupo que fundou, como “parte da trilha sonora de várias gerações de cubanos”.
Díaz-Canel lembrou que o renomado intelectual cubano era sobrinho de Raúl Gómez, o poeta que integrou o grupo rebelde que atacou o Quartel Moncada em 26 de julho de 1953, autor do poema “Ya estamos en combate” (Já Estamos em Combate) e considerado “o poeta da Geração do Centenário”.
Enfatizou que Jorge Gómez “contava como ninguém a história de seu tio, herdeiro das Obras Completas de Martí, seu amor pela poesia e seu profundo compromisso com a Revolução e a Cultura Cubana”.
A União de Escritores e Artistas de Cuba (UNEAC), da qual Gómez era membro, uniu-se às manifestações de condolências em sua conta nas redes sociais pela perda do “maestro, pianista, compositor e diretor do Grupo Moncada”. Jorge Gómez deixa uma lacuna insubstituível na cultura cubana, acrescentou a organização em sua mensagem.
Figuras e instituições, como o ministério da Cultura e o Instituto Cubano de Música, também prestaram homenagem sincera ao homem que deixou uma marca indelével graças ao seu estilo e abordagem única da expressão artística.
