Como parte do processo de concessão de benefícios prisionais estabelecido por lei e em conformidade com o Artigo 90, Seção II da Constituição da República, o governo decidiu colocar em liberdade 2.010 detentos.
Este gesto humanitário e soberano resultou de uma análise criteriosa da natureza dos crimes cometidos pelos condenados, de sua boa conduta na prisão, do fato de terem cumprido uma parte significativa de suas penas e de seu estado de saúde.
O número total de libertados inclui jovens, mulheres, adultos com mais de 60 anos, aqueles que concluíram seu período de liberdade condicional nos últimos seis meses e no próximo ano, bem como estrangeiros e cidadãos cubanos residentes no exterior.
Para a elaboração da lista dos indultados, foram excluídos indivíduos condenados por agressão sexual, abuso sexual de menores, assassinato, homicídio, crimes relacionados a drogas, furto e abate de gado, roubo com violência ou uso de força envolvendo armas ou menores como vítimas, corrupção de menores, crimes contra a autoridade, reincidência e delitos repetidos, assim como alguns que já haviam recebido indulto anteriormente e cometeram novos crimes.
É a segunda vez que se concede indulto a presos neste ano coincidindo com as celebrações religiosas da Semana Santa, uma prática comum em nosso sistema de justiça criminal e um reflexo da história humanitária da Revolução.
Este é o quinto indulto concedido pelo governo cubano desde 2011, beneficiando mais de 11.000 pessoas.
Fonte: Cubadebate
