Pelo menos 89 palestinos morreram em prisões israelenses desde o início da guerra na Faixa de Gaza, em outubro de 2023, informou uma ONG ligada ao assunto.
O Clube dos Prisioneiros Palestinos afirmou em comunicado à imprensa que o número inclui 52 detidos no enclave costeiro, devastado pela agressão e pelo cerco israelenses.
A organização observou que a vítima mais recente foi Marwan Harzallah, da cidade de Nablus, na Cisjordânia.
Eles morreram em decorrência de tortura, fome, negligência médica e agressões sistemáticas, além de violações, incluindo privação de sono, abusos e detenção em condições desumanas, alertou a organização.
No entanto, estima-se que há muito mais, pois o número de desaparecidos na Faixa de Gaza é desconhecido, assim como o de pessoas que foram sumariamente executadas.
Recentemente, a Comissão para Assuntos de Detentos e Ex-Detentos criticou as duras condições de vida dos palestinos em prisões israelenses e a violência sistemática contra eles.
A comissão revelou que sua equipe jurídica realizou uma série de visitas a essas instalações, onde testemunhou as difíceis condições em que os prisioneiros vivem e ouviu depoimentos que confirmam violações diárias, incluindo negligência médica.
Fonte: Prensa Latina
