Casa TodosNacionalNa Itália, demonstração de apoio a Cuba diante das ameaças dos EUA

Na Itália, demonstração de apoio a Cuba diante das ameaças dos EUA

por Irene Fait

Dezenas de grupos políticos e sociais na Itália, juntamente com a comunidade cubana residente no país, mobilizaram-se no domingo em Roma para protestar contra as crescentes ameaças dos Estados Unidos contra a ilha.

A manifestação contou com a presença de líderes e membros da Associação Nacional de Amizade Itália-Cuba (ANAIC) e da La Villetta per Cuba.

Líderes e membros do Partido Comunista, do Partido da Refundação Comunista, do Partido Socialista da Pátria e do Partido do Poder Popular também participaram, assim como a União dos Sindicatos de Base (USB) e a Associação Nacional de Partisans. Estiveram presentes ainda membros de grupos juvenis de esquerda, como a Frente da Juventude Comunista, Cambiare Rotta, a Oposição Estudantil Alternativa e a Federação da Juventude Comunista, além de membros de comunidades de nacionais de países latino-americanos, bem como da Palestina e do Sri Lanka, entre outros.

No início do evento, o embaixador cubano na Itália, Jorge Luis Cepero, solicitou um minuto de silêncio em homenagem aos 32 combatentes revolucionários de seu país que morreram na Venezuela durante o ataque dos EUA em 3 de janeiro, no qual o presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram sequestrados.

Nos numerosos discursos proferidos durante o evento, que durou mais de duas horas, os oradores expressaram sua rejeição às ameaças imperialistas e seu apoio incondicional a Cuba e à sua Revolução.

O líder do grupo de solidariedade La Villetta per Cuba, Luciano Iacovino, afirmou que “para deter aquele assassino fascista, aquele maldito presidente dos EUA, Donald Trump, é necessária a união de todas as forças políticas e sociais”, uma união que se mostrou evidente hoje, e pediu que essa união fosse mantida.

Falaram em nome dos cubanos residentes na Itália, entre outros, Ulises Mora, Indira Pineda, Olga Lidia Priel, Lázaro Martín Díaz e Ada Galano, líderes de diversas associações.

Mora afirmou que a resistência de Cuba às ameaças e ataques dos EUA “é a prova viva de que a dignidade, quando coletiva, é mais poderosa do que qualquer império”.

Fonte: Prensa Latina

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