Parlamentares cubanos rejeitaram a recente Ordem Executiva emitida pelo presidente dos EUA, Donald Trump. Descreveram a mesma como uma demonstração da natureza criminosa da política de guerra econômica destinada a “sufocar o povo cubano”.
Em um comunicado divulgado na segunda-feira pela Comissão de Relações Internacionais da Assembleia Nacional do Poder Popular (Parlamento), os parlamentares endossaram a Declaração do Governo Revolucionário de 30 de janeiro e afirmaram:
“Mais uma vez, o império usa mentiras e calúnias como armas para justificar suas ambições expansionistas. Mas não terá sucesso com Cuba”.
Os parlamentares refutaram as acusações de que Cuba constitui uma ameaça incomum e extraordinária aos Estados Unidos, reiterando que a nação “é um país de paz; Cuba nunca apoiou ações terroristas, as que denuncia e condena veementemente”.
A Comissão denunciou a natureza extraterritorial da ordem executiva, que estabelece um sistema tarifário contra os países que forneçam petróleo a Cuba, violando o direito internacional e a soberania dos Estados e ameaçando a estabilidade da região.
O texto também observou que essa medida expressa “desrespeito à Proclamação da América Latina e do Caribe como Zona de Paz”, assinada pelos 33 países da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC).
“Mais uma vez, o governo dos EUA se equivoca ao subestimar o patriotismo dos homens e mulheres cubanos”, afirmou a declaração. Da mesma forma, reiterou a disposição de Cuba em dialogar com os Estados Unidos “em igualdade de condições e com absoluto respeito à sua independência e soberania”. A declaração concluiu com agradecimento pelas mensagens de solidariedade recebidas de inúmeros países e instou o povo americano a rejeitar essa injustiça.
Fonte: Prensa Latina
