Casa TodosInternacionalVenezuela defende seu direito de manter relações com todos os países

Venezuela defende seu direito de manter relações com todos os países

por Irene Fait

A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, defendeu o direito soberano de seu país de manter relações com China, Rússia, Cuba, Irã e até mesmo Estados Unidos.

Em seu discurso na mensagem anual à Assembleia Nacional, apresentando o relatório do Executivo sobre seu desempenho em 2025, afirmou que a Venezuela está “em meio a uma agressão e uma ameaça feroz”.

Seu governo, portanto, sob as diretrizes do presidente constitucional, Nicolás Maduro, está “moldando o que a cooperação energética deve ser, com base na decência, dignidade e independência”.

Hoje podemos dizer que nosso objetivo, em juramento ao presidente e à primeira-dama, é a preservação do poder nacional venezuelano. “Que ninguém se engane”, afirmou.

No início de seu discurso, em conformidade com o Artigo 237 da Constituição e em nome do presidente Nicolás Maduro, ela pediu um minuto de aplausos em homenagem aos jovens heróis e heroínas que morreram em combate contra o agressor invasor.

“Honra e glória aos nossos humildes jovens venezuelanos, que lutaram na escuridão da madrugada de 3 de janeiro de 2026. Eles abriram uma nova página em nossa história”, disse.

Perante representantes dos poderes da República, da Justiça, da Força Armada, membros do parlamento, membros do corpo diplomático credenciado e familiares do presidente Maduro e de Cilia Flores, a presidente interina lembrou que vinha trabalhando com o presidente neste discurso até seis horas antes de seu sequestro.

“Bolívar, esse homem das dificuldadesm, sempre esteve presente em seu espírito, porque mesmo nos piores problemas,  sempre tinha um sorriso, otimismo, e uma profunda fé em Deus, que nos oferece sua proteção a cada passo”, disse ao evocar o chefe de Estado.

Apresentando o plano Desafio Admirável 2026, assim denominado pelo presidente Maduro e inspirado na “admirável campanha de nosso Pai Libertador,  observou que “traça linhas muito claras para manter os níveis produtivos de nossa nação, que hoje atingem 99% de abastecimento”.

Rodríguez afirmou que, independentemente das inclinações políticas, os venezuelanos “devem se unir para defender nossa soberania e a paz da República”.

Da mesma forma, enfatizou sua posição firme e soberana, que se manifesta na diplomacia bolivariana de paz:

“Se eu tiver que ir a Washington, irei de pé, não rastejando”, sentenciou.

Fontes: Telesur e RT em espanhol

 

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