O Museu Nacional de Belas Artes de Cuba abriga permanentemente a escultura Composição Infinita (1954), do artista cubano Ernesto González Jerez, uma obra que ainda hoje surpreende com sua natureza dinâmica e aberta.
Concebida em ferro e apresentando duas figuras estilizadas, a obra foi projetada para assumir múltiplas configurações, todas baseadas no princípio do equilíbrio.
Essa singularidade faz da peça um exemplo pioneiro de experimentação tridimensional na escultura moderna cubana.
Premiada na II Bienal de Arte Hispano-Americana e exibida em Cuba desde 1955, Composição Infinita se destaca por sua capacidade de se reorganizar em coreografias autênticas onde volume e vazio, matéria e espaço, dialogam.
O museu convida os visitantes a descobrir essa joia do patrimônio na Galeria Outras Perspectivas da Arte Moderna (1951-1963), a compartilhar suas impressões nos comentários das redes sociais do museu e a acompanhar suas publicações para conhecer outros aspectos interessantes da coleção nacional.
Fonte: Prensa Latina
