Com a intenção de intimidar os americanos que participaram da Caravana Nossa América, um incidente bastante desagradável ocorreu logo após a entrada deles nos Estados Unidos, envolvendo membros da Patrulha da Fronteira, que estão substituindo os agentes aeroportuários regulares em greve.
Em um vídeo do Instagram, com o endereço IP(https://www.instagram.com/reel/DWUL25VDwtD/?igsh=MXZ6emI5MWdyN2k4Zg), um grupo publicou que 20 delegados que participaram do evento realizado em Havana, de 21 a 24 de março, viajaram em um voo regular que partiu de Cuba na manhã de 25 de março, e 18 deles foram detidos ao desembarcarem em Miami, Flórida.
Essas pessoas tiveram seus pertences revistados, seus celulares confiscados e foram submetidas a interrogatórios desconfortáveis, demonstrando as táticas de pressão empregadas pelo governo dos Estados Unidos contra aqueles que viajam para Cuba, com o objetivo de incitar o medo e desencorajar futuras visitas à ilha caribenha.
Victor Coronado, quem mora em Nova Jersey e é membro do Comitê Mãos Fora de Cuba, disse à nossa emissora que o incidente foi extremamente desagradável, pois se sentiram indefesos e tiveram seus direitos civis de viajar para qualquer lugar do mundo violados.
Comentou que, com a confiscação de seus celulares, perderam muitos vídeos e fotos tirados no grande evento em Havana, que reuniu mais de 600 pessoas de 33 países, que entregaram doações a hospitais e instituições sociais cubanas, que carecem de bens materiais e suprimentos devido ao cruel bloqueio imposto pela Casa Branca e intensificado durante o governo Trump.
Afirmou que outros delegados que viajaram em voos diferentes também passaram por situações desagradáveis semelhantes ao chegar ao país. Foram tratados como criminosos comuns por funcionários do governo.
Os próximos passos do grupo serão contratar advogados para reivindicar seu direito civil de viajar para qualquer lugar do mundo sem ser barrados por representantes do governo.
Tudo isso tem a ver com a guerra não convencional travada pelo governo dos Estados Unidos contra Cuba para derrubar a Revolução, que desde 1959 defende sua soberania e resiste a todas as medidas coercitivas genocidas impostas, com a dignidade do povo.
