O primeiro-ministro cubano, Manuel Marrero, relembrou, na segunda-feira, o 153º aniversário da morte de Ignacio Agramonte em combate. “A virtude de Agramonte, como disse José Martí, era como se tivesse uma estrela onde os homens têm corações”, expressou.
Ele também observou que hoje a história sagrada da nação nos chama a prestar homenagem, que nada mais é do que defender a independência.
Por sua vez, o secretário de organização do Comitê Central do Partido, Roberto Morales, também recordou a data e descreveu Agramonte como “imortal para os cubanos”.
A morte de Agramonte em Jimaguayú e a captura de seu corpo pela coluna espanhola foram um duro golpe para a Revolução; seus restos mortais foram levados para a cidade de Porto Príncipe, onde foram oficialmente identificados e seu óbito foi atestado.
Com o intuito de não deixar um local onde os bons cubanos pudessem prestar-lhe homenagem, os espanhóis fizeram seu corpo desaparecer. Não se pode garantir que fosse cremado e transformado em cinzas.
Fonte: Prensa Latina
