O presidente Miguel Díaz-Canel afirmou na quinta-feira, no encerramento da sétima sessão ordinária da Assembleia Nacional do Poder Popular (Parlamento), que as transformações econômicas e sociais aprovadas são fruto de uma decisão soberana de Cuba.
Ele enfatizou aos deputados que as novas medidas “não respondem a nenhuma exigência decorrente do processo de conversações com os Estados Unidos”.
A Assembleia deu passos fundamentais para aprovar normas legais que amparam mais de 120 transformações em curso. A aprovação e a implementação imediata dessas normas refletem o princípio de construir tudo com segurança jurídica. São o escudo legal para o heroísmo cotidiano do nosso povo. “Estas não são regras frias e impessoais; são o motor das transformações necessárias para a prosperidade”, declarou.
Díaz-Canel ressaltou que as normas aprovadas “representam o equilíbrio necessário para preservar as conquistas sociais que nos definem como uma revolução, ao mesmo tempo que abrimos espaços para a iniciativa e a criatividade que a economia cubana precisa para prosperar”.
“É, em resumo, o que Fidel (Castro) defendia: mudar tudo o que precisa ser mudado”, declarou.
O chefe de Estado explicou que, se as coisas forem bem feitas, “podemos reativar imediatamente um grupo de produção e serviços que beneficiam diretamente a população, com maior oferta e melhor relação entre salários e preços, além de aumentar as exportações e as tão necessárias receitas em moeda estrangeira”.
Afirmou que essas transformações visam fomentar incentivos ao investimento, parcerias econômicas entre os setores público, privado e cooperativo, e alianças que permitam alavancar capacidades e potencialidades.
“Todo esse esforço legislativo seria em vão sem o heroísmo diário do povo ao qual pertencemos”, concluiu o presidente.
Fonte: Prensa Latina
