A província de Colón, no Panamá, sediará o 26º Encontro Nacional de Solidariedade com Cuba, em março.
Em mensagem de apoio à luta da Ilha, em meio às recentes ameaças do governo de Donald Trump, o coordenador do capítulo territorial desses grupos fraternos e anfitrião do encontro, Cornelio Góndola, reafirmou a defesa inabalável da autodeterminação do povo cubano.
Góndola também enfatizou que o grupo não cessará seu apoio à cessação do cruel bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto por Washington a Havana há mais de seis décadas.
Em 11 de janeiro, a Coordenadora Nacional de Solidariedade com Cuba no Panamá repudiou em comunicado a hostilidade desencadeada pelo presidente Trump.
Segundo o comunicado, as afirmações do magnata na rede Truth Social anunciando sua intenção de “invadir e destruir” a nação caribenha, constituem uma grave provocação, uma ameaça direta à paz regional e uma flagrante violação do Direito Internacional e da Carta das Nações Unidas.
O documento detalha que as declarações de Trump não são incidentes isolados, mas sim parte de uma política histórica de agressão, assédio e estrangulamento econômico contra Cuba, uma política que fracassou completamente.
Esses ataques verbais, enfatiza o comunicado, expõem a natureza desumana, criminosa e genocida da política dos EUA em relação a Cuba.
Para o grupo, as ameaças de impedir Havana de adquirir petróleo de uma nação soberana como a Venezuela demonstram que Trump reconhece e admite publicamente a existência do bloqueio criminoso e genocida imposto ao povo cubano — uma política ilegal que busca estrangular sua economia, infligir sofrimento e subjugar um país inteiro pela força.
Durante mais de seis décadas de bloqueio, agressão, ameaças e tentativas de subjugação, o povo cubano demonstrou resiliência, convicção e dignidade exemplares, forjadas na firmeza e no legado de José Martí, na liderança histórica de Fidel e Raúl e no sacrifício de tantos heróis e mártires que deram suas vidas pela independência e soberania da pátria, enfatiza o comunicado.
Fonte: Prensa Latina
