Casa TodosNacionalAmericanos acompanharão os cubanos em 1º de Maio

Americanos acompanharão os cubanos em 1º de Maio

por Irene Fait
estadounidenses en Cuba

Para acompanhar e apoiar a Revolução, sindicalistas e ativistas políticos dos Estados Unidos viajarão a Cuba nos dias que antecedem o Dia do Trabalhador, com o objetivo de interagir com o povo cubano, entregar doações e participar do Encontro de Solidariedade que acontecerá em 2 de maio.

A delegação vai comemorar o Dia Internacional do Trabalhador com o povo cubano e exigirá o fim das violações da soberania cubana pelos Estados Unidos, bem como a cessação das ameaças de agressão militar e da manipulação da mídia.

O contingente será composto por 50 representantes de sindicatos, organizações e partidos políticos, além de ativistas políticos de 12 cidades diferentes; a maioria visitará Havana pela primeira vez.

Mark Friedman, representante da Associação Internacional de Maquinistas e coordenador do grupo, informou que serão portadores de um carregamento de suprimentos de solidariedade, incluindo carregadores solares, medicamentos e materiais médicos para o Hospital Calixto García, além de equipamentos tecnológicos necessários para organizações de massa, sindicatos, jornais e escolas em Cuba.

Os membros da delegação também promoverão a campanha “Let Cuba Play”, que exige que os atletas olímpicos cubanos recebam vistos americanos, poquanto muitos tiveram negada a oportunidade de participar de torneios classificatórios realizados nos Estados Unidos ou de participar dos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028.

Convidados pela Central de Trabalhadores de Cuba (CTC), os membros do grupo solidário participarão do “Estágio CTC” durante a última semana de abril. O estágio tencionar ser um encontro de sindicalistas do Sul Global para discutir as condições políticas em seus respectivos países e organizar maior solidariedade com Cuba dentro do movimento sindical internacional.

A delegação também incluirá vários jornalistas que, de volta aos Estados Unidos, relatarão suas atividades em Cuba e produzirão materiais voltados para a educação ideológica das massas a respeito do processo e da realidade social cubana.

Sob o lema “A Pátria se Defende”, as comemorações do 1º de Maio serão marcadas pelas crescentes ameaças do governo dos EUA, reforçadas pela ordem executiva de 29 de janeiro, que adicionou um cerco energético ao já intensificado bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto à Ilha há mais de 65 anos.

 

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