O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, participou das atividades do Dia da Defesa Nacional no Conselho da Zona de Casablanca, no município de Regla, em Havana, onde denunciou as novas sanções americanas contra a ilha.
O também presidente do Conselho de Defesa Nacional enfatizou que as medidas americanas respondem às declarações do presidente Donald Trump e do secretário de Estado Marco Rubio, que afirmaram que Cuba precisa ser simplesmente “arrasada” e que todas as “válvulas de escape” da ilha serão fechadas. “Essas declarações servem como um lembrete de que há uma perseguição a todo o nosso setor econômico e financeiro, e a tudo o que está sendo implementado no país para enfrentar essa situação”, declarou Díaz-Canel.
O presidente destacou o trabalho realizado nos últimos meses para defender a pátria em todos os níveis, especialmente nas zonas de defesa.
Durante a visita, o presidente do Conselho de Defesa da Zona, Johannes Milián, informou que mais de 10.000 pessoas residem no território, que abrange apenas 2,9 quilômetros quadrados. Díaz-Canel indicou que todos os esforços de defesa devem ser apoiados pela mobilização política e pela participação da população nas principais tarefas do país.
“Na economia, devemos trabalhar na implementação das transformações, que é o desafio fundamental que enfrentamos agora”, afirmou.
O presidente explicou que as transformações já foram debatidas nas organizações de base do Partido e que agora se inicia uma etapa decisiva: o diálogo com os trabalhadores e a população das comunidades.
Ele também enfatizou que “os conselhos de defesa provinciais, municipais e zonais se tornaram o núcleo central onde são realizadas as principais análises e tomadas as principais decisões, tanto na esfera política e ideológica quanto na esfera econômica e social”.
O chefe de Estado ressaltou a importância de proteger a população, que precisa saber onde buscar abrigo, como chegar lá e como evacuar idosos, crianças e outras pessoas, o que exige uma série de ações planejadas.
Fonte: Prensa Latina
