Casa TodosNacionalGoverno cubano reafirma seu compromisso com a defesa do socialismo

Governo cubano reafirma seu compromisso com a defesa do socialismo

por Irene Fait
Cuba

O governo revolucionário de Cuba divulgou na sexta-feira a declaração “Girón é Hoje e para sempre”, reafirmando sua fé na vitória em defesa da soberania e do socialismo diante do crescente cerco e das ameaças cada vez maiores dos Estados Unidos.

O documento, publicado no jornal Granma, cujo título alude ao 65º aniversário da primeira grande derrota do imperialismo ianque na América Latina, em 1961, nas areias de Playa Girón, destaca que, além do brutal bloqueio energético, que agrava a política genocida do bloqueio das últimas seis décadas, há declarações de representantes da elite do governo americano sobre intenções de agressão militar.

A mensagem afirma que o bloqueio é um ato ilegal e desumano, uma violação do direito internacional, condenado todos os anos por quase todos os Estados-membros das Nações Unidas e, segundo pesquisas recentes, rejeitado pela maioria da população dos EUA.

Diante dessa punição coletiva, o povo cubano oferece os mais nobres e admiráveis ​​exemplos de resistência. Desde a emissão da ordem executiva em 29 de janeiro, que impôs uma grave escassez, o povo cubano respondeu com ainda maior estoicismo, continuando a enfrentar os desafios do desabastecimento nas suas atividades diárias, afirma o texto.

Além disso, denuncia que, em meio a essas necessidades urgentes, uma teia de calúnias foi tecida para desacreditar Cuba e seu governo. Contudo, enfatiza que existem pilares de dignidade em todo o mundo, povos e governos que se recusam a ser quebrados.

A máquina midiática dominante está travando uma guerra desleal contra nós, repleta de exageros, mentiras e difamações, que jamais identifica a verdadeira causa da situação e culpa o Governo Revolucionário pela crise que está sendo fria e deliberadamente provocada por aqueles que nos atacam, ressalta a Declaração.

O documento também critica o uso de pretextos mentirosos, como alegar que a nação caribenha representa uma ameaça incomum e extraordinária à segurança nacional dos EUA ou designá-la como um suposto Estado patrocinador do terrorismo. Esse assédio, acrescenta, também se estendeu às relações bilaterais de Cuba com outros países.

Os Estados Unidos exercem pressão constante sobre os governos da região, não apenas para que cortem relações diplomáticas com a Ilha, mas também para que desamparem seus próprios cidadãos, expulsando profissionais de saúde que, durante anos, foram um farol de esperança para os mais pobres.

Da mesma forma, condena que o isolamento também faça parte da estratégia. Contudo, enfatiza que existem pilares de dignidade no mundo, povos e governos que se recusam a ser quebrados.

No ano do centenário do Comandante-em-Chefe Fidel Castro Ruz, acrescenta o documento, com o privilégio de ter o general do exército Raúl Castro Ruz ao lado de seu povo, que continua firme, ratificamos a convocação à mobilização nacional e internacional feita em 16 de abril pelo Primeiro Secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba e Presidente da República, Miguel Díaz-Canel, e reafirmamos suas palavras:

“Enquanto houver uma mulher ou um homem dispostos a dar a vida pela Revolução, seremos vitoriosos!”

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