Graduados chilenos da Escola Latino-Americana de Medicina (ELAM) condenaram as ameaças dos Estados Unidos contra países que fornecem ajuda vital a Cuba e instaram os povos a reforçar a solidariedade internacional com a Ilha.
Em 29 de janeiro, o presidente Donald Trump assinou uma ordem executiva designando a nação caribenha como uma ameaça à segurança nacional dos EUA e anunciou a imposição de tarifas aos que forneçam petróleo.
A comunidade internacional deve tomar todas as medidas possíveis para impedir este novo ataque autoritário do governo dos EUA contra um povo que demonstrou solidariedade com o mundo inteiro, destaca comunicado da associação de ex-alunos da ELAM.
Desde a sua fundação em 1999, por iniciativa do líder da Revolução Cubana, Fidel Castro, a ELAM formou mais de 31.200 médicos de 122 países, incluindo cerca de 700 chilenos. “Cada um dos médicos tem a obrigação moral de assumir a responsabilidade de proteger o povo de Cuba”, afirma a organização.
A declaração rejeita categoricamente o bloqueio econômico, comercial e financeiro contra a nação caribenha, que se intensificou nas últimas semanas sob o governo Trump.
Fonte: Prensa Latina
