O ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, questionou a segurança diplomática nos Estados Unidos, relembrando o ataque à embaixada cubana em Washington há seis anos, um caso que permanece impune.
Na rede social X, Rodríguez relembrou que, em 30 de abril de 2020, um terrorista disparou 32 tiros de seu fuzil AK-47 contra a embaixada cubana “com a intenção declarada de atingir tudo que estivesse na sua frente, incluindo pessoas”.
O caso nos Estados Unidos ficou sem castigo, o que “levanta dúvidas sobre a segurança diplomática na capital americana”, afirmou o ministro cubano na publicação.
Aprofundando o tema, o ministro cubano disse que isso faz parte do conhecido histórico do governo americano de proteger e apoiar terroristas notórios que vivem, se organizam e recebem financiamento em solo americano para atos terroristas contra a nação caribenha.
Na madrugada de quinta-feira, 30 de abril de 2020, por volta das 2h10, horário local, um indivíduo atirou contra a embaixada cubana localizada na NW 16th Street, próximo à NW Fuller Street.
Nenhum funcionário ficou ferido, a embaixada está protegida, mas o prédio sofreu danos materiais devido aos disparos, informou o ministério das Relações Exteriores de Cuba naquela ocasião.
Em relatos iniciais, o incidente foi descrito como um “crime de ódio”. A verdade é que foi um ato terrorista, declarou o ministro das Relações Exteriores de Cuba.
Fonte: Prensa Latina
