A 5ª edição do Colóquio Internacional Pátria foi encerrada no sábado em Havana, após três dias de análise das boas práticas em comunicação e informação.
O ato, presidido pelo chefe de Estado cubano Miguel Díaz-Canel, encerrou vários dias intensos de reflexão, debate e desenvolvimento coletivo.
“Reafirmamos o caráter político, histórico e estratégico deste encontro, que presta homenagem à vitória em Playa Girón e ao líder histórico da Revolução Cubana, Fidel Castro Ruz”, declarou Rosa Miriam Elizalde, organizadora do evento.
“Condenamos o uso de arquiteturas algorítmicas, bloqueios, campanhas de guerra psicológica, restrições à informação e estratégias informativas de dominação”, acrescentou.
“O que começou há alguns anos como um pequeno espaço de comunicação tornou-se agora um ponto de referência para aqueles que veem a comunicação como um campo de batalha da resistência política”, observou Yuniaski Crespo, chefe do Departamento Ideológico do Comitê Central do Partido Comunista, em seu discurso de encerramento.
Durante três dias, Havana tornou-se o ponto de encontro para aqueles que lutam contra a manipulação da mídia e a colonização simbólica.
No último dia, o presidente cubano visitou os estandes da Al Mayadeen e TeleSUR, a este último deu declarações especiais.
Na sessão final do evento também estiveram presentes Roberto Morales Ojeda, membro do Bureau Político e Secretário de Organização do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba (PCC);os vice-primeiros-ministros Eduardo Martínez Díaz e Inés María Chapman Waugh;Liván Izquierdo Alonso, Primeiro Secretário do PCC em Havana;membros do Comitê Central do PCC acompanhados por Ricardo Ronquillo Bello, presidente da União de Jornalistas de Cuba; e representantes de diversas instituições.
Pátria reafirma a necessidade de articular uma voz própria do Sul Global que seja soberana, crítica e organizada. Hoje consolida-se uma plataforma, uma rede e uma agenda de trabalho que transcendem estes três dias.
Fonte: Prensa Latina
