Cuba denuncia que bloqueio norte-americano é genocida

Havana, 7 de abril (RHC).- Cuba denunciou que o bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos EUA há quase seis décadas, ainda vigente, é genocida. O cerco foi endurecido no mandato do atual presidente Donald Trump.

No Twitter, o ministro cubano das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez, ressaltou numa etiqueta que o bloqueio mata. “Os bloqueios e sanções não têm justificativa ética nem legal. Num contexto onde as nações devem se ajudar entre si, os EUA intensificam sua agressão contra o país solidário”, apontou o Chanceler.

No México, o Grupo de Amizade com Cuba na Câmara de Deputados rechaçou o cerco de Washington e pediu apoio moral e solidariedade ao povo cubano. Os legisladores condenaram a permanência dessa medida em meio à luta contra a pandemia. “Abracemos a fraternidade latino-americana ante nossa irmã nação em gratidão pela solidariedade que continua nos demonstrando inclusive neste momento de crise sanitária no mundo todo”, aponta o documento. O texto indica que o bloqueio de Washington tem o propósito de asfixiar e paralisar Cuba para impor um novo governo afim a seus interesses.

“Ante a pandemia de caráter mundial do vírus Sars-Cov2 causante da enfermidade Covid-19, o povo cubano enviou desde o primeiro instante missões médicas de caráter internacional, colocando mais de 800 membros do seu pessoal médico a serviço da humanidade nas trincheiras de 16 países”, destacam os deputados mexicanos.

Editado por Lorena Viñas Rodríguez



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