Casa TodosSolidariedade com CubaNa cidade italiana de Crema aprovam nova resolução em apoio a Cuba

Na cidade italiana de Crema aprovam nova resolução em apoio a Cuba

por Irene Fait
Aprueban en ciudad italiana de Crema nueva resolución de apoyo a Cuba

A Câmara municipal de Crema, na Itália, aprovou uma nova resolução em apoio a Cuba e condena o bloqueio econômico e as ameaças de agressão dos Estados Unidos contra a Ilha.

A moção, que recebeu o apoio de importantes forças políticas da cidade, localizada na província de Cremona, na região da Lombardia, no norte da Itália, incluindo o Partido Democrático, compromete o prefeito Fabio Bregamaschi a apresentar um documento oficial ao ministério das Relações Exteriores em apoio a Cuba.

A iniciativa, que também recebeu o apoio dos movimentos Crema Bene Comune e Crema Aperto, entre outros, insta o governo italiano a reafirmar sua oposição ao bloqueio dos EUA contra Cuba e a “promover qualquer iniciativa útil para o levantamento das medidas restritivas unilaterais”.

Enfatiza a necessidade de a Itália fortalecer a cooperação energética e humanitária com Cuba, especialmente diante da escalada da pressão de Washington após a ordem executiva do presidente Donald Trump, de 29 de janeiro, que visa bloquear o fornecimento de combustível para a Ilha.

O documento também destaca que “a crise energética representa riscos concretos ao acesso à saúde, incluindo atendimento de emergência, para gestantes e pessoas com doenças crônicas”.

Expressa o compromisso de avaliar, em conjunto com a Agência de Proteção Civil, organizações humanitárias e a rede de cooperação internacional presente na região de Crema, iniciativas para prestar auxílio à população cubana, como a coleta de medicamentos, suprimentos médicos e outros bens essenciais.

Por fim, exorta o prefeito a solicitar ao governo italiano que informe ao Senado e à Câmara dos Deputados sobre a situação atual em Cuba, tendo em vista as solicitações já feitas por diversos grupos parlamentares, “para que o tema possa ser objeto de um debate institucional transparente e profundo”.

Fonte: Prensa Latina

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