Por Maritza Gutiérrez.
Poucas horas antes de comemorar o Dia Internacional do Trabalhador, a Central de Trabalhadores de Cuba, seus sindicatos nacionais e a Associação Nacional de Inovadores e Racionalizadores lançaram uma convocação para celebrar mais uma vez a festa do proletariado mundial, no ano do 65º aniversário da proclamação do caráter socialista da Revolução e do centenário de nascimento de Fidel Castro.
Como um Estado socialista de direito e justiça social, e guiado pelo princípio de José Martí “Com todos e para o bem de todos”, os trabalhadores de todo o país se preparam para uma celebração motivada pelo amor e compromisso com a terra natal.
Sob o lema “A Pátria há de ser defendida”, os cubanos reafirmam seu espírito de unidade, resistência e profundo amor por Cuba, também evidenciado na importante Declaração do Governo Revolucionário: “Girón é hoje e para sempre!”
Hoje, o povo cubano enfrenta desafios complexos, onde o bloqueio imperialista, a agressão externa e as ameaças militares são os verdadeiros antagonistas que se interpõem no caminho da prosperidade.
No entanto, a resposta é clara: uma reafirmação resoluta de sua vocação humanista e a busca constante por alternativas criativas e sustentáveis para aliviar as tensões diárias. A Revolução, inspirada pelas ideias de José Martí e conquistada pelo sacrifício e coragem de Fidel ao lado de seu povo, permanece como a luz que guia a nação e uma fonte de esperança para todos os povos que acreditam em que um mundo melhor é possível.
Nesse contexto, os trabalhadores cubanos se tornam protagonistas ativos, impulsionando a inovação e a pesquisa, e contribuindo com soluções em todos os seus locais de trabalho. Essa filosofia de vida, incentivada pelo próprio Fidel, nos convida a ser donos do nosso próprio destino por meio do esforço e da dedicação.
Hoje, o povo cubano entrega sua assinatura pela Pátria, um ato carregado de significado: defender as vidas e os sonhos das futuras gerações, cuidar das famílias e dos idosos, construir um mundo melhor e mais compassivo, rejeitar a guerra e seus crimes e, acima de tudo, manter a soberania e a independência tão arduamente conquistadas.
Cuba não se rende e, com a força indomável de seu povo unido, continua a escrever a história de um futuro repleto de esperança e dignidade. A Pátria há ser defendida.
